Poesia Traduzida

Vasco Graça Moura

Vasco Graça Moura (1942) é poeta, romancista e político português. Tem oito livros de poemas publicados em Portugal, além de vários romances e ensaios. Traduziu Racine, Corneille, Dante e Molière. Suas traduções de Os sonetos completos de Shakespeare e da Divina Comédia, de Dante, foram editadas no Brasil pela Landmark em 2005. Continue lendo “Vasco Graça Moura” →

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Thiago de Mello

Thiago de Mello (1926) é amazonense. Estreou na poesia em 1951 com o livro Silêncio e Palavra. Na época, seu trabalho teve muito boa acolhida por nomes como Manuel Bandeira, Sérgio Milliet e José Lins do Rego. Os estatutos do homem, de 1977, é a sua obra mais popular entre os seus 12 livros de poemas. Preso durante a ditadura, partiu para o exílio, tempo em que viveu na Argentina, no Chile, em Portugal, na França e na Alemanha. Mello foi tradutor de quatro obras de Pablo Neruda publicadas no Brasil (publicou ainda outras traduções poéticas no Chile). São elas: Antologia poética (Letras e Artes, 1962) ; Os versos do capitão (Bertrand, 1992); Cadernos de Temuco (Bertrand Brasil, 1998) e Presente de um poeta (Vergara e Ribas, 2001). Traduziu ainda Poesia completa de Cesar Vallejo (Philobiblion, 1994), além de Sôngoro Cosongo e outros poemas, de Nicolas Guillén (Itatiaia, 2005), Debaixo dos astros, do cubano Eliseo Diego (Hucitec, 1994), e, de Ernesto Cardenal, Salmos (Civilização Brasileira, 1979), Canto cósmico (Hucitec, 1996) e Oração por Marilyn Monroe (Civilização Brasileira, 1983). Continue lendo “Thiago de Mello” →

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Thereza Christina Rocque da Motta

Thereza Christina Rocque da Motta

Thereza Christina Rocque da Motta (1957) é poeta , tradutora e editora-fundadora da Ibis Libris. É paulistana. Sua formação original é o Direito. Seu primeiro livro individual de poesia é Joio & trigo, de 1982. Consta no levantamento de tradução poética com as suas traduções de Shakespeare: 154 sonetos (Ibis Libris, 2009) e 44 sonetos escolhidos (Ibis Libris, 2006).

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Stella Leonardos

Stella Leonardos

Stella Leonardos (1923) é carioca. Sua obra poética filia-se à terceira geração do Modernismo e inclui os livros Geolírica (1966), Cantabile (1967), Amanhecência (1974) e Romanceiro da Abolição (1986). É também romancista, ensaísta, teatróloga e tradutora. Começou a publicar em 1940. Além de poesia, sua obra inclui romance e literatura infanto-juvenil, incluindo versões de clássicos.  Estudou Letras Neolatinas na Universidade Federal do Rio de Janeiro e fez curso de extensão universitária em Línguas Neolatinas na Universidade do México. No período de 1948 a 1961, publicou os romances Quando os Cafezais Florescem e Estátua de Sal. Em 1957, recebeu o Prêmio Olavo Bilac de Poesia pelo livro Poesia em três tempos, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Nos anos seguintes produziu literatura infantil em prosa e verso, além de peças teatrais infantis. Entre 1942 e 1971, traduziu obras do catalão, espanhol, francês, inglês, italiano e provençal. Consta no levantamento de tradução poética 1960-2009 com Mársias e Adila (Monfort, 1965), do poeta catalão Agustí Bartra.

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Silvio Castro

Silvio Castro (1931) nasceu no estado do Rio de janeiro. É poeta, romancista, ensaísta, crítico literário e professor de literatura brasileira na Universidade de Pádua, na Itália. Estudou filosofia na Faculdade de Ciências e Letras, Universidade do Distrito Federal (atual UFRJ – 1957) e é livre-docente em Literatura Brasileira e Doutor em Letras (UFRJ).  Organizou antologias de autores nacionais na Europa. Estreou na poesia com Infinito Sul (1956). Publicou ainda As noites (1958); Machado de Assis e a cidade do Rio de Janeiro (1959); Tempo presente (1961); Rachel de Queiroz e o romance nordestino (1961); Raiz antiga (romance, 1965); Tempo veneziano (1967); Campo geral: Estrutura e rstilo de Guimarães Rosa (1970); A revolução da palavra: origens e estrutura da literatura (1976); Teoria e política do modernismo brasileiro (1979); A carta de Pero Vaz de Caminha (1987); Memorial do paraíso — o romance do descobrimento do Brasil (1998) e História da Literatura Brasileira (2000). Castro parece na bibliografia de tradução poética com a publicação de Poesias escolhidas, de Salvatore Quasimodo (Opera Mundi, 1971). Continue lendo “Silvio Castro” →

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Silviano Santiago

Silviano Santiago (1936) é mineiro. Mais conhecido por suas facetas de professor da UFF, ensaísta, crítico, contista e romancista. Mas, durante os anos 1960 e 1970, publicou também livros de poemas, um em cada década.  Em 1985, lançou Stella Manhattan, seu romance mais conhecido. Em 1995, voltou à poesia com Cheiro forte. Venceu três vezes o Prêmio Jabuti, com Em liberdade (romance, Rocco, 1982), Uma história de família (romance, Rocco, 1993) Keith Jarret no Blue Note (contos, Rocco, 1997). Pelo romance Heranças (Rocco, 2008), ganhou o Prêmio da ABL de Ficção de 2009. Consta no levantamento de poesia traduzida com Poemas, do francês Jacques Prévert (Nova Fronteira, 1985). Continue lendo “Silviano Santiago” →

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Sidnei Schneider

Sidnei Schneider
Foto: arquivo pessoal do autor

Sidnei Schneider (1960) é poeta, tradutor e contista. Nasceu em Cruz Alta (RS). Cursou Engenharia Florestal, foi ator de teatro, líder político e estudantil. Em 1982 transferiu-se em definitivo para Porto Alegre. Autor dos livros de poesia Quichiligangues (Dahmer, 2008) e Plano de Navegação (Dahmer, 1999). Participa de Poesia Sempre 14 (Biblioteca Nacional/Minc, 2001), Antologia do Sul, Poetas Contemporâneos do RS (Assembleia Legislativa/Metrópole, 2001), O Melhor da Festa (Nova Roma, 2009). Ficou em 1º lugar no Concurso de Contos Caio Fernando Abreu, promovido pela UFRGS em 2003 e também em 1º lugar em poesia no Concurso Talentos da UFSM em 1995. Publicou artigos, poemas, contos e traduções de poesia em vários jornais e revistas.  É o tradutor de Versos Singelos, de José Martí (SBS, 1997).

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Sérgio Wax

Sérgio Wax é italiano, mas está radicado em Belém (PA) desde 1978. Escreve em português. O livro 33 experimentos e uma suíte (1982) marca a sua estreia na poesia.  Traduziu A alegria, de Ungaretti (RK, 1989) e O Panamá, ou, As aventuras dos meus sete tios ; 19 poemas elásticos ; A guerra no Luxemburgo; Poemas negros, de Blaise Cendrars (Editora universitária – UFPA, 1993). Continue lendo “Sérgio Wax” →

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Sérgio Medeiros

Sérgio Medeiros

Sérgio Medeiros (1959) é poeta e professor na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Organizou a antologia de mitos amazônicos Makunaíma e Jurupari (Perspectiva, 2002). Traduziu o Popol Vuh (Iluminuras, São Paulo, 2007), poema da cosmogonia Maia, escrito no século 16 na Guatemala na língua maia-quiché. Seu trabalho foi indicado ao prêmio Jabuti de melhor tradução.

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Sérgio Alcides

13473957_10210050124189641_786468721_nSérgio Alcides (1967) é carioca. Leciona na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais. Seu principal livro de poemas é “Píer” (2012). Entre outros livros, traduziu “Facundo: civilização e barbárie”, de Domingo Faustino Sarmiento (Cosac Naify, 2010) e “Aspectos do romance”, de E. M. Forster (Globo, 2005). Recebeu o prêmio da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, por “Tradução Jovem Altamente Recomendada”, pelos livros “O que é a verdade? Poemas de bichos”, de Ted Hughes (Companhia das Letras, 2005), “O caçador de sonhos e outros contos”, do mesmo autor (Companhia das Letras, 2003) e “Funkstórias”, de Vivien French (Companhia das Letras, 2003). Como tradutor de poesia, publicou com Ronald Polito “Poemas civis”, do catalão Joan Brossa (7Letras, 1998), e “Pedras pensadas” (Ateliê, 2002), do espanhol Adolfo Montejo Navas. Publicou também traduções avulsas, em diferentes antologias, periódicos e blogues, de poetas como Alejandra Pizarnik, Carlos Piera, José Ángel Valente, Juan Gelman, Philippe Jaccottet, Ted Hughes e Yusef Komunyakaa, entre outros.

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